Algumas palavras Importantes em Polonês

Saudação

Olá! / Tchau –> Cześć!

Bom dia! / Boa tarde –> Dzień dobry!

Boa noite! –> Dobry wieczór!

Boa noite! –> Dobranoc!

Adeus! –> Do widzenia!

Vocábulos importantes

Sim –> Tak

Não –> Nie

Talvez –> Może

Obrigado(a)! –> Dziękuję!

De nada –> Proszę!

Desculpe –> Przepraszam

Perdão –> Bardzo mi przykro

Eu tenho / Eu não tenho –> Mam / Nie mam

Apresentar-se

Eu sou casado / Eu não sou casado –> Jestem żonaty(M) – Nie jestem żonaty(M) /Jestem zamężna(F) – Nie jestem zamężna(F)

Eu sou –> Pochodzę

Eu me chamo / Nazywam się

Invasão da Polônia em 1939

A invasão da Polônia em 01 de Setembro de 1939, deu início à Segunda Guerra Mundial. Ao final da Primeira Guerra, a Alemanha havia perdido diversos territórios como parte das punições pelo Tratado de Versalhes, deixando um gosto amargo e vontade de revanche por parte do nacionalismo de Adolf Hitler.
O vídeo, faz um resumo desse período, a invasão pelo lado ocidental pela Alemanha e pelo lado oriental pela URSS, estes em acordo de não agressão e ajuda mútua. Em 1941, Hitler daria início à Operação Barbarossa, invadindo a URSS.
A Polônia passou por uma série de dificuldades durante o período da Segunda Guerra e após.

Revolta de Varsóvia, na Polônia – 01 Agosto de 1944

➡ No dia 1º de agosto de 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, teve início uma grande revolta dos poloneses da cidade de Varsóvia contra a ocupação nazista. O movimento foi liderado pelo general polonês Tadeusz Bor-Komorowski, comandante do exército de resistência, formado por 40 mil soldados mal equipados.

➡ Diante da revolta em Varsóvia, o líder nazista Adolf Hitler ordenou aos seus comandados que a resistência polonesa fosse aniquilada a todo o custo. A elite da SS nazista dirigiu a força de defesa alemã, que incluía a Brigada Kaminiski de prisioneiros russos e a Brigada Dirlewanger de condenados alemães. Em combates brutais de rua, os poloneses foram gradualmente superados pelo poder de fogo alemão..

➡ Durante o calvário de 63 dias, morreram três quartos do exército de resistência e 200 mil civis. O lado alemão também contou com consideráveis baixas: 10 mil mortos, 9 mil feridos e 7 mil desaparecidos. Durante os próximos meses, as tropas alemãs deportaram a população sobrevivente e esquadrões de demolição destruíram as construções que permaneceram intactas em Varsóvia. Todos os seus grandes tesouros foram saqueados ou queimados.

➡ O Exército Vermelho permaneceu fora de Varsóvia, até janeiro de 1945, quando a ofensiva soviética final contra a Alemanha começou. Varsóvia, uma cidade em ruínas, foi libertada em 17 de janeiro. Com Varsóvia fora do caminho, os soviéticos enfrentaram uma oposição pouco organizada e puderam estabelecer um governo comunista na Polônia.

Fonte: OFICINA DA HISTÓRIA

Regiões onde se estabeleceram

Durante a “febre brasileira” como foi chamado o período da maioria das imigrações para o Brasil, chegou a correr na Polônia uma lenda, espalhada pelos agentes de recrutamento nas aldeias camponesas. Dizia a lenda que havia uma terra encoberta por névoas, desconhecida de todos. Era uma terra onde corria leite e mel. Esta terra prometida era o Paraná.

           O marco da imigração polonesa para o Brasil é agosto de 1869, quando um grupo de 16 famílias fixou-se numa área de terras da Colônia Príncipe Dom Pedro, próxima à Colônia Itajaí, atual município de Brusque-SC. Esse grupo era proveniente da província da Silésia, então sob ocupação prussa, e era formado por aproximadamente 80 pessoas, entre adultos e crianças.    

            Antes disso, poloneses já vinham para o Brasil, misturados a outras correntes imigratórias, ou então isoladamente. O grupo de Brusque é tido como o primeiro que veio com o objetivo de imigrar, composto por famílias e com o propósito de permanecer em definitivo no Brasil.



Por motivos diversos, sobretudo a inadaptação ao clima, dois anos após se estabelecerem em Santa Catarina, em 1871, esse grupo quase todo reemigrou  para o Paraná, fixando-se perto da localidade de Pilarzinho, nos arredores de Curitiba, onde o clima era mais ameno, as terras mais férteis e havia um mercado comprador dos seus produtos. Destaca-se nessa reemigração a liderança de Sebastião Edmundo Wós Saporski, o “Patrono da Imigração Polonesa” e do padre Antonio Zielinski.         

        A partir de 1890 a imigração cresceu muito, tendo passado a chegar massivos contingentes. Esse ano e os seguintes ficaram conhecidos como o período da “febre imigratória brasileira“. Evidentemente esse acúmulo de imigrantes provocou muitos problemas, devido à desorganização dos serviços públicos, sobretudo a falta de acomodações, o atraso na medição dos lotes de terra, isso tudo agravado por doenças que causaram muitas mortes, sobretudo de crianças. 
              Dados estatísticos dão uma ideia do fenômeno: somando-se os imigrantes chegados nas duas décadas anteriores, de 1870 e 1880, tem-se o número aproximado de 4.500 imigrantes; apenas no ano de 1890 aportaram ao Brasil aproximadamente 30.000 poloneses. 

Uma das primeiras famílias polonesas a chegarem em SC

Fonte: http://migrepolones.blogspot.com/2011/04/regioes-onde-se-estabeleceram.html

História da migração polonesa

A Polônia, após ter sido um dos maiores países europeus nos séculos dezesseis e dezessete, foi invadido no século dezoito pelos seus três poderosos vizinhos, Rússia, Áustria e Prússia. Devido a falta de terra para plantar, o grande desemprego e os maus tratos sofridos, os poloneses começaram a emigrar. A parte ocupada pelos Prussianos compreendeu a Pomerânia e a Silésia. Foram destas regiões que partiram os primeiros contingentes imigratórios.
Essa origem gerou muitos equívocos, pois os imigrantes traziam passaporte prussiano, portanto muitos pesquisadores catalogaram-nos como prussianos. Mas na verdade eles eram poloneses, o que se conclui pelos seus sobrenomes, tipicamente polacos:

Babinski
Bruski
Danielski
Habowski
Kuffel
Lewinski
Merchel
Osowski
Ostrovski
Schiglinski
Sikorski
Sztormowski

Enquanto na Polônia faltavam terras no Brasil sobravam espaços perigosamente desocupados. Desde 1808, a ocupação dos chamados vazios demográficos, que ameaçavam o domínio português começa a ser motivada pelos colonizadores, o que atraí imigrantes. Outro motivo que leva o país a atrair europeus é a necessidade de substituir a mão-de-obra escrava, com o encaminhamento para o fim da escravidão e o desejo do governo de realizar o “branqueamento” do povo brasileiro.

Em 1.888 é decretado o término da escravidão no Brasil: 800 mil imigrantes foram lançados ao mercado como mão-de-obra assalariada. A propaganda de estimulo às imigrações era convincente: o Brasil era apresentado como um verdadeiro paraíso.

Fonte: http://migrepolones.blogspot.com.br/2011/04/historia-da-migracao-polonesa_26.html

Os imigrantes Alemães

Logo após a Independência do Brasil, em 1822, as primeiras colônias de imigrantes alemães foram fundadas no Rio Grande do Sul. A primeira delas foi a atual cidade de São Leopoldo, em 1824. O governo imperial tinha como objetivo colonizar a região e desenvolver a agricultura e, por isso, incentivou a vinda de imigrantes alemães, que se realizou de forma contínua por mais de um século (1824-1937).

Fonte:http://www.educacional.com.br/reportagens/japao/popups/alemanha.asp

Os imigrantes poloneses

Os imigrantes poloneses concentraram-se principalmente na Região Sul do Brasil, para onde foram a convite do governo brasileiro, que desejava ocupar essa região e ainda criar os chamados cinturões verdes em torno das cidades, garantindo, assim, o abastecimento agrícola. A Polônia, que era constantemente invadida desde o fim do século XVIII pela Rússia, Áustria e Prússia, teve sua economia prejudicada com a concorrência dos cereais que vinham dos EUA e Canadá. Isso fez com que mais de 3,6 milhões de poloneses migrassem para outros países, e aproximadamente 100 mil deles viessem para o Brasil, em especial ao Paraná.

Fonte: http://www.educacional.com.br/reportagens/japao/popups/polonia.asp